O encontro foi fortuito. Nada me lembraria se não fosse o fato de uma amiga ter me ligado na manhã seguinte, logo cedo: - Você tava bebendo?
Com a mente ainda povoada dos sonhos da recente madrugada balbuciei:
- Como assim?
- Diga, tava ou não? Do outro lado da linha a conhecida interrogava, com ares de preocupação. Tinha uma mescla de autoridade e carinho em sua voz, produto dos subsídios que ainda lhe dava de se intrometer em minha vida.
- Sim, bebi. Por quê?
- Tá vendo? Parece que em Conquista nada pode ser feito sem que algum conhecido não dê notícias.








